Gramado – RS revela 40 startups selecionadas para a Summit 2026

Publicado por Marcelo Neves em 5 de maio de 2026 às 03:40. Atualizado em 5 de maio de 2026 às 03:40.

Gramado entra na véspera da Gramado Summit 2026 com um novo dado de peso no radar da economia gaúcha: 40 startups foram selecionadas para expor no evento.

A lista foi divulgada pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul a menos de dois meses da abertura oficial da feira.

Marcada para 6 a 8 de maio, no Serra Park, em Gramado, a edição de 2026 reforça o município como vitrine nacional de inovação.

Seleção oficial coloca 40 empresas no centro da feira

A seleção final foi anunciada pela Sict em 9 de março. As empresas escolhidas terão inscrição e espaço de exposição custeados pelo governo estadual.

Segundo o edital, o estande é destinado a startups com operação no Rio Grande do Sul. A política busca ampliar a presença de negócios gaúchos diante de investidores e parceiros.

Na curadoria, houve prioridade para projetos ligados a turismo, saúde, educação e agronegócio, áreas com forte conexão com a economia regional.

Entre os nomes listados estão empresas de biotecnologia, saúde digital, software, eventos, automação, reciclagem, computação em nuvem e soluções para o agro.

  • Biotecnologia e exames genéticos
  • Health techs e plataformas médicas
  • Soluções para turismo e eventos
  • Ferramentas de dados, nuvem e automação
  • Tecnologias para resíduos e sustentabilidade

O movimento amplia a densidade de negócios da feira e ajuda a explicar por que Gramado virou, além de destino turístico, um dos endereços mais estratégicos para encontros de inovação.

Destaque das startups em Gramado - RS durante o evento Summit 2026
Foto baseada em imagem real com tratamento por IA

Gramado Summit começa nesta terça-feira com agenda ampliada

A edição de 2026 acontece de 6 a 8 de maio e chega à nona realização. O governo gaúcho atua novamente como correalizador do evento.

Na programação pública do Estado, a Arena de Conteúdos RS terá mais de 40 atrações distribuídas ao longo dos três dias da feira.

De acordo com o Palácio Piratini, o espaço reunirá especialistas, gestores, empreendedores, pesquisadores e representantes do setor público em debates sobre desenvolvimento econômico.

Entre os temas previstos estão dados, inteligência artificial, turismo, governança, mudanças climáticas, inclusão social e formação de talentos.

  • Uso de dados e inteligência artificial
  • Turismo como vetor de desenvolvimento
  • Saúde e inovação aplicada
  • Ecossistemas regionais e cidades inteligentes
  • Resiliência climática e inovação no agro

Em publicação oficial, o governo informou que a arena terá programação contínua e foi estruturada para aproximar setor público, academia, empresas e sociedade civil.

Esse desenho ajuda a explicar a aposta política e econômica no evento, que já superou a condição de feira setorial e passou a operar como plataforma de articulação.

Tema “Make It Human” orienta a edição de 2026

Na reta final de preparação, um encontro prévio realizado em Porto Alegre apresentou a linha central da edição deste ano: “Make It Human”.

O conceito foi destacado no warm-up promovido em 29 de abril, uma semana antes do início da programação principal em Gramado.

Segundo o governo estadual, a proposta é discutir inovação sem deslocar o protagonismo humano, em um momento de aceleração de ferramentas digitais e inteligência artificial.

Marcus Rossi, CEO da Gramado Summit, resumiu a ideia ao afirmar que a edição pretende traduzir a inovação a partir das pessoas, e não apenas da tecnologia.

Na prática, isso desloca parte do debate para perguntas mais concretas sobre emprego, produtividade, formação profissional, turismo qualificado e serviços públicos.

  1. Primeiro, o evento amplia o foco além das startups.
  2. Depois, conecta inovação a políticas públicas e economia regional.
  3. Por fim, usa Gramado como palco para projeção nacional desses debates.

Essa combinação é relevante porque a cidade entra na semana do evento com alta exposição institucional e expectativa de circulação intensa de executivos, investidores e visitantes.

O que a escolha das startups sinaliza para Gramado e para o RS

A lista das 40 startups funciona como um termômetro de prioridades do ecossistema gaúcho. O recorte setorial aponta para problemas concretos, e não apenas para promessas de mercado.

Quando turismo e saúde aparecem entre as áreas priorizadas, o sinal é direto: o Estado quer vincular inovação a cadeias com demanda real e impacto imediato.

No caso de Gramado, esse recorte é especialmente simbólico. A cidade concentra hospitalidade, eventos, gastronomia e circulação de visitantes, o que transforma o município em laboratório natural.

Já para o Rio Grande do Sul, a estratégia busca espalhar visibilidade a empresas ainda em fase de consolidação, oferecendo palco, conexão e chance de validação comercial.

O governo também informou que o estande estadual recebeu mais de 40 painéis, palestras e apresentações de iniciativas estratégicas, reforçando a escala da participação oficial.

Esse volume indica duas tendências simultâneas: competição crescente por visibilidade dentro da feira e consolidação de Gramado como espaço de agenda pública para inovação.

Semana do evento abre disputa por negócios, imagem e influência

A menos de 24 horas da abertura, a Gramado Summit deixa de ser apenas um compromisso do calendário e vira uma disputa concreta por atenção, investimento e reputação.

Para as startups selecionadas, o ganho imediato é exposição qualificada. Para Gramado, o benefício é manter a cidade no centro das conversas sobre nova economia.

Para o Estado, a participação amplia a narrativa de reconstrução e crescimento baseada em tecnologia, integração regional e cooperação entre governos, empresas e universidades.

O aquecimento final já havia sido apresentado no pré-evento de Porto Alegre, que antecipou a programação e reforçou o tema da edição diante de convidados e organizadores.

Com isso, Gramado chega ao dia 6 de maio não apenas como sede de uma feira, mas como ponto de convergência entre turismo, política pública e negócios digitais.

Se o fluxo de visitantes costuma definir o pulso da cidade, nesta semana o indicador mais observado será outro: quantas conexões reais a Gramado Summit conseguirá transformar em negócio.

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