A Invest RS transformou a Gramado Summit 2026 em vitrine para captar novos negócios no Rio Grande do Sul nesta quinta-feira, 7 de maio, com foco em inovação, transição energética e turismo.
A agenda ocorre dentro do Serra Park, em Gramado, durante a nona edição do evento, e reforça uma estratégia oficial para vender o Estado como destino competitivo para empresas.
O movimento marca um recorte diferente da feira: menos palco institucional e mais prospecção direta, com apresentação de oportunidades setoriais e uso de dados para aproximação com investidores.
Invest RS usa Gramado Summit para atrair capital
A agência estadual participa da programação entre 6 e 8 de maio com presença no estande do governo gaúcho e atendimento voltado a empresas interessadas no mercado brasileiro.
Segundo o governo estadual, a proposta é posicionar o Rio Grande do Sul como território estratégico para inovação e novos negócios.
Nesta quinta, a programação inclui o painel sobre Book de Oportunidades, com debates ligados a inovação, energia e turismo, além de uma conversa sobre relevância de dados para decisões.
A ação amplia o peso econômico da passagem de investidores, executivos e startups por Gramado, cidade que nesta semana concentra boa parte do ecossistema gaúcho de tecnologia.
- Presença da Invest RS no estande oficial do governo
- Apresentação de Books de Oportunidades e Investimentos
- Agenda voltada a conexões com empresas e investidores
- Discussões sobre turismo, saúde, energia e dados

Quais setores entraram na ofensiva de prospecção
O material levado à feira reúne áreas consideradas estratégicas pelo Estado para ampliar competitividade e atrair projetos de longo prazo em território gaúcho.
Entre os setores destacados estão turismo, transição energética, saúde, mobilidade aérea avançada, formação de talentos e inteligência de dados aplicada à gestão pública e privada.
A escolha desses temas dialoga com o perfil da Gramado Summit, evento que reúne empreendedores, investidores, pesquisadores e representantes do poder público em três dias de programação.
Na leitura do governo, o objetivo é converter visibilidade em relacionamento qualificado, aproximando ativos locais de grupos interessados em expansão ou entrada no mercado regional.
Como a agenda desta quinta foi estruturada
O painel das 15h aborda o Book de Oportunidades em inovação, transição energética e turismo, com representantes da Invest RS e de secretarias estaduais ligadas aos temas.
Às 16h45, o foco muda para uso de dados na tomada de decisão, em debate com participação da diretora de Estratégia e Inteligência da agência.
- Mapear oportunidades com aderência ao perfil do investidor
- Apresentar ativos e projetos do Rio Grande do Sul
- Gerar reuniões e contatos qualificados no evento
- Manter conversas após o encerramento da feira
Gramado vira ponto de encontro para disputa por investimentos
Desde 2023, o governo estadual atua como correalizador da Gramado Summit, usando o evento para articular setor público, empresas, academia e startups.
Na edição de 2026, a Arena de Conteúdos RS foi montada com mais de 40 atrações entre painéis, palestras e apresentações estratégicas, segundo o Palácio Piratini.
Isso dá à cidade um papel além do turismo de eventos. Gramado passa a funcionar, ao menos por três dias, como uma praça de negociação institucional.
O efeito prático é concentrar em um mesmo ambiente agentes públicos, fundos, startups, fornecedores e potenciais parceiros comerciais, reduzindo a distância entre apresentação e contato inicial.
Para Gramado, o ganho é duplo: mantém a relevância como sede de grandes encontros e se associa a uma agenda de negócios que vai além da hospitalidade tradicional.
Estado aposta em narrativa de competitividade
A Invest RS também levou ao evento uma intervenção visual baseada no conceito “Não somos grandes por acaso”, usado para reforçar a imagem do Estado diante do público da feira.
O discurso oficial enfatiza capital humano qualificado, universidades, parques tecnológicos e tradição empreendedora como diferenciais para receber empreendimentos de maior escala.
Na prática, a presença em Gramado tenta responder a uma disputa mais ampla entre Estados por fábricas, centros de tecnologia, serviços especializados e operações ligadas à nova economia.
Esse esforço ocorre num momento em que governos regionais usam feiras setoriais para vender infraestrutura, ambiente regulatório e capacidade de formar mão de obra.
- Fortalecimento da imagem institucional do Estado
- Promoção de ativos econômicos e tecnológicos
- Busca por projetos de longo prazo
- Ampliação de rede com investidores nacionais e internacionais
O que observar após o fim da feira
O principal indicador não será apenas a circulação no estande, mas a capacidade de converter contatos em negociações formais nas próximas semanas.
Outro ponto será medir se o foco em turismo e transição energética rende projetos concretos, áreas em que o Estado tenta acelerar captação e diversificação econômica.
No curto prazo, a estratégia já mostra que Gramado segue útil ao governo gaúcho como plataforma para articulação econômica, não só como palco de exposição institucional.
Além da participação da Invest RS, o evento recebeu 40 startups selecionadas por edital estadual para expor seus negócios, ampliando o ecossistema de conexões em torno da feira.
Se os contatos avançarem para anúncios futuros, a passagem da agência por Gramado poderá ser lembrada menos pelo simbolismo e mais pela abertura de uma nova rodada de investimentos.
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