Luia Barbacovi voltou ao centro da agenda pública de Gramado em um tema diferente da articulação internacional recente. Desta vez, o foco recai sobre cultura, memória e reconhecimento dos povos originários.
Em março, o vice-prefeito participou da entrega dos murais “Começo, Meio, Começo”, no Lago Joaquina Rita Bier, obra que passou a integrar o espaço público da cidade.
A cerimônia reuniu lideranças indígenas, agentes culturais e representantes do Ministério da Cultura. O gesto amplia a presença institucional de Barbacovi em pautas de identidade local e política cultural.
Murais colocam memória indígena no centro da agenda
A entrega ocorreu em 13 de março, com divulgação pública em 18 de março. Os painéis foram instalados no Território Criativo da Vila Joaquina, área do complexo turístico central.
Segundo a cobertura local, os murais homenageiam os povos originários, com destaque para a cultura Kaingang, e foram apresentados como legado permanente para moradores e visitantes.
Na solenidade, Barbacovi afirmou que a iniciativa representa um gesto de justiça histórica e reconhecimento dentro da identidade plural de Gramado.
- Os murais foram criados pelo artista Alessandro Müller.
- A ação ocorreu no espaço público do Lago Joaquina Rita Bier.
- O projeto reverencia especialmente a presença Kaingang.

O que o evento sinaliza para a gestão municipal
A participação do vice-prefeito indica um movimento além da promoção turística tradicional. A prefeitura tenta associar imagem de destino consolidado a ações de patrimônio, inclusão e memória.
Esse reposicionamento aparece também em outras frentes. No início de março, Barbacovi recebeu a distinção entregue a Gramado na categoria destino turístico mais lembrado do Rio Grande do Sul.
Na ocasião, o município destacou que Gramado recebeu 7,9 milhões de turistas ao longo de 2025, dado usado para sustentar novos investimentos em infraestrutura e qualificação.
Ao aparecer agora em uma agenda cultural, Barbacovi conecta dois eixos estratégicos: turismo e narrativa urbana. A leitura política é simples: valorizar memória também fortalece a marca do destino.
- Cultura amplia a experiência do visitante.
- Memória reforça singularidade frente a destinos concorrentes.
- Inclusão simbólica melhora a legitimidade institucional.
Relação com o avanço do turismo de base comunitária
O movimento não é isolado. Em abril, Barbacovi também acompanhou uma etapa do projeto Gramado Rural, voltado ao turismo rural e de base comunitária no interior do município.
Na reunião, realizada na Linha 28, mais de 25 participantes discutiram ações prioritárias para os próximos anos, envolvendo empreendedores, produtores, lideranças comunitárias e poder público.
De acordo com a divulgação municipal reproduzida pela imprensa local, o projeto busca estruturar o turismo rural de forma sustentável e integrada, com geração de renda e valorização das comunidades.
O elo entre os dois episódios é claro. Seja no centro turístico, seja no interior, a gestão tenta diversificar a imagem de Gramado com experiências mais enraizadas no território.
- Primeiro, reforça a memória dos povos originários.
- Depois, amplia o turismo para comunidades rurais.
- Por fim, sustenta um discurso de desenvolvimento com identidade local.
Esse conjunto ajuda a explicar por que Luia Barbacovi aparece, em 2026, não apenas como representante institucional de Gramado, mas como operador político de uma agenda que mistura cultura, pertencimento e economia do turismo.
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