O prefeito Nestor Tissot assinou a regulamentação do Selo “Feito em Gramado”, medida que cria um sistema oficial de certificação para o artesanato produzido no município.
A decisão foi formalizada durante a abertura da 14ª Feito em Gramado, realizada no início de maio, e ganhou peso político por associar identidade cultural e estratégia econômica.
Segundo a divulgação local, o Decreto Municipal nº 2617/2026 regulamenta o Selo “Feito em Gramado” com critérios técnicos para diferenciar produtos genuinamente artesanais.
Como vai funcionar a certificação
O selo foi desenhado para garantir origem local, padrão de qualidade e vínculo com o saber-fazer gramadense.
Os produtos serão avaliados em uma escala de 0 a 100 pontos.
Entre os critérios previstos, a identidade cultural aparece como requisito eliminatório, o que eleva o peso da autenticidade na concessão da chancela.
Também entram na análise acabamento, técnica, inovação, ergonomia, eficiência logística e responsabilidade socioambiental.
- Nível ouro para pontuações mais altas
- Nível prata para desempenho intermediário
- Nível bronze para itens aprovados com menor pontuação

O que a medida representa para Nestor Tissot
O movimento abre um novo flanco de atuação do prefeito em 2026, diferente das pautas recentes ligadas a obras, hospital, transporte e eventos.
Neste caso, o foco recai sobre economia criativa, proteção de origem e valorização comercial do artesanato local.
A prefeitura sustenta que o selo pode ajudar a combater a descaracterização de peças vendidas ao turista como se fossem produzidas em Gramado.
Na prática, a iniciativa tenta transformar reputação cultural em ativo econômico permanente para pequenos produtores.
- Fortalece a identidade territorial
- Cria diferencial competitivo para artesãos
- Ajuda o visitante a reconhecer produtos autênticos
- Amplia a vitrine da produção local
Próximos passos da prefeitura
De acordo com a Secretaria de Inovação e Desenvolvimento Econômico, a próxima etapa será montar a comissão responsável pelo processo de certificação.
A meta anunciada pela administração é iniciar as primeiras concessões ainda no primeiro semestre de 2026.
Em paralelo, a prefeitura afirma que mantém capacitações para produtores por meio da Sala do Empreendedor, com apoio técnico do Sebrae.
Esse tipo de articulação já vinha aparecendo na estratégia municipal de incentivo a negócios e inovação em Gramado, inclusive em agendas institucionais do prefeito no Estado, como mostrou a rodada de reuniões de Tissot com lideranças políticas em Porto Alegre.
Por que o tema ganha relevância agora
O lançamento do selo ocorre em um momento em que a gestão municipal tenta ampliar agendas positivas e de impacto direto sobre a economia local.
Isso acontece após semanas de pressão política e jurídica sobre a prefeitura em outras frentes administrativas.
No campo institucional, um dos episódios recentes envolveu questionamentos do Ministério Público sobre decisões centrais da administração, o que aumentou a atenção sobre novos anúncios do Executivo.
Nesse cenário, o Selo “Feito em Gramado” surge como uma iniciativa concreta, com apelo popular, efeito comercial e discurso de preservação cultural.
- Cria regra formal de certificação
- Entrega um instrumento visível ao produtor
- Conecta turismo, consumo e identidade local
- Oferece a Tissot uma agenda nova em 2026
Se a implantação avançar no prazo prometido, o selo pode se consolidar como um dos movimentos mais específicos da gestão Nestor Tissot para o comércio criativo de Gramado neste primeiro semestre.
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