O prefeito Nestor Tissot sancionou em Gramado a lei que cria o Fundo de Inovação do município, em um ato realizado durante a edição 2026 da Gramado Summit. A medida insere a cidade em uma agenda mais direta de apoio a startups e projetos de base tecnológica.
A assinatura ocorreu no palco do Expogramado, com participação do secretário de Inovação e Desenvolvimento Econômico, André Castilhos, e do CEO da Gramado Summit, Marcus Rossi. Segundo a administração municipal, o novo instrumento abre caminho para financiar soluções locais.
O movimento marca um ângulo novo na atuação de Tissot em 2026. Em vez de turismo, obras ou agricultura, o foco agora recai sobre política pública para empreendedorismo, retenção de talentos e modernização da economia urbana.
Lei é assinada em meio ao principal evento de inovação da cidade
De acordo com a homologação da Lei do Fundo de Inovação ocorreu em 6 de maio, em plena programação da Gramado Summit 2026.
O gesto tem peso simbólico. Ao usar o palco do evento, a prefeitura vinculou a nova lei ao discurso de transformação econômica e de posicionamento de Gramado no ecossistema de tecnologia.
Segundo o relato da cerimônia, o fundo permitirá mecanismos práticos para injetar recursos em startups, apoiar projetos inovadores e estimular negócios nascidos na própria região.
- Base legal para apoio a startups
- Financiamento de projetos tecnológicos
- Estímulo à economia criativa local
- Possível modernização de serviços públicos

O que muda para o ambiente de negócios de Gramado
A criação do fundo não resolve, sozinha, o desafio de transformar ideias em empresas sustentáveis. Ainda assim, ela cria uma estrutura institucional que antes não estava formalizada.
Na prática, a prefeitura passa a ter um instrumento para organizar editais, critérios de investimento e apoio a iniciativas alinhadas à nova economia, caso a regulamentação avance nos próximos meses.
O tema já aparecia no planejamento municipal. No material do PPA 2026-2029, programas como Gramado Cidade Inovadora, Cidade Inteligente e Inovação Aberta para Economia Criativa figuram entre as prioridades listadas pelo município.
Esse alinhamento sugere que a lei não surgiu de forma isolada. Ela faz parte de uma estratégia mais ampla de diversificação econômica em uma cidade historicamente associada ao turismo.
- Criação da base legal do fundo
- Definição de regras de operação
- Lançamento de instrumentos de apoio
- Seleção de projetos e acompanhamento
Por que a medida tem impacto político e econômico
Para Tissot, a sanção da lei amplia o repertório da gestão em 2026. O prefeito passa a associar sua imagem não apenas à agenda de eventos, mas também à de inovação aplicada.
Isso ocorre num momento em que Gramado busca sustentar crescimento com mais valor agregado, empregos qualificados e atração de empresas ligadas à tecnologia e à economia criativa.
A própria Gramado Summit reforça esse contexto. A edição deste ano foi apresentada com expectativa de reunir mais de 23 mil participantes ao longo de três dias, ampliando a vitrine para decisões de política pública anunciadas durante o evento.
O próximo teste será a execução. Sem regulamentação clara, dotação orçamentária e governança, o fundo corre o risco de ficar apenas no campo simbólico. Com esses elementos, pode virar um dos legados institucionais mais relevantes da gestão.
Aviso Editorial
Este conteúdo foi estruturado com apoio de Inteligência Artificial e revisado pelo editor-chefe Marcelo Neves. O Notícias Gramado mantém curadoria, checagem e responsabilidade editorial humana sobre as informações publicadas.
Sobre o autor:
Editor: Marcelo Neves
Transparência:
Política Editorial |
Uso de IA |
Correções |
Contato

