Nestor Tissot nomeia Eliézer Lima como novo secretário de Agricultura

Publicado por Marcelo Neves em 3 de maio de 2026 às 21:33. Atualizado em 3 de maio de 2026 às 21:33.

O prefeito de Gramado, Nestor Tissot, oficializou uma troca no primeiro escalão da prefeitura e colocou Eliézer Lima no comando da Secretaria da Agricultura.

A mudança foi anunciada na terça-feira, 25 de março de 2026, e reposiciona uma área sensível para o município, ligada à infraestrutura rural, agroindústrias e apoio direto aos produtores.

O movimento ocorre em um momento de forte pressão por recuperação de estradas do interior, modernização do campo e ampliação da integração entre turismo e produção local.

Mudança no secretariado de Gramado

A alteração foi confirmada em publicação recente que informa que Marcos Lovato deixa a chefia da pasta e Eliézer Lima assume a secretaria.

Segundo o comunicado, Eliézer vinha atuando como secretário adjunto e antes ocupou a coordenação das agroindústrias de Gramado desde 2021.

Na avaliação do governo municipal, a escolha privilegia um nome já familiarizado com a estrutura interna, com a rotina do interior e com as demandas técnicas do setor.

O novo secretário é formado em Administração de Empresas e tem especialização técnica na área agrícola, combinação usada pela prefeitura para justificar a promoção.

  • Marcos Lovato deixa o cargo de secretário.
  • Eliézer Lima assume a pasta imediatamente.
  • A gestão aposta em continuidade administrativa.
  • O foco declarado é proximidade com os agricultores.
Eliézer Lima recebe a nomeação de Nestor Tissot para liderar a Secretaria de Agricultura
Foto: Divulgação / Tratada com IA

Por que a Agricultura pesa tanto na gestão Nestor Tissot

Em Gramado, a agricultura tem valor econômico e também estratégico. Ela sustenta cadeias locais, reforça o abastecimento e ajuda a compor a imagem regional ligada à produção artesanal.

Nos últimos anos, a prefeitura tem defendido a conexão entre campo, gastronomia e turismo, especialmente em eventos e roteiros de valorização da produção gramadense.

Esse peso ficou ainda mais evidente após as chuvas de 2024, quando o interior sofreu danos em vias, encostas e acessos usados por moradores e produtores.

Em abril, a própria administração informou que a reconstrução da Estrada da Linha 28 foi concluída, numa obra tratada como parte final da recuperação viária rural.

A troca no comando da secretaria, portanto, não é apenas burocrática. Ela dialoga com uma agenda concreta de manutenção de estradas, suporte às propriedades e resposta a gargalos locais.

As prioridades indicadas pelo novo secretário

No anúncio da posse, Eliézer Lima afirmou que pretende manter presença próxima dos agricultores e atuar sobre necessidades de infraestrutura.

Entre os compromissos citados por ele estão melhorias nas estradas do interior, apoio dentro das propriedades e atenção a tecnologias aplicadas ao meio rural.

A declaração também menciona fortalecimento de parcerias com entidades ligadas ao setor, o que sugere uma gestão baseada em articulação entre prefeitura e organizações locais.

Na prática, essa agenda aponta para três frentes principais:

  1. melhoria logística para escoamento e circulação no interior;
  2. incentivo à inovação produtiva nas propriedades;
  3. reforço da ligação entre agroindústria e desenvolvimento local.

O discurso é coerente com a linha adotada por Nestor Tissot desde o início do mandato, de buscar resultados rápidos em áreas com impacto visível para moradores e visitantes.

Contexto político e administrativo da decisão

A mudança acontece poucos dias depois de outras agendas públicas do prefeito voltadas à captação de recursos e ao andamento de projetos para o município.

Em meados de abril, foi divulgado que Nestor Tissot levou demandas de Gramado ao governo estadual e à Assembleia Legislativa, em busca de apoio para diferentes áreas.

Esse tipo de articulação é relevante porque a agricultura municipal depende, em parte, de obras, convênios e financiamento público para responder com velocidade às necessidades do interior.

Ao escolher um secretário já inserido na equipe, o prefeito reduz o tempo de adaptação e tenta preservar ritmo administrativo em uma área operacional.

Também evita ruptura brusca em políticas em andamento, especialmente as relacionadas às agroindústrias, à malha viária rural e à interlocução com produtores.

O que muda para produtores e para a economia local

Para o agricultor, o impacto imediato esperado é a continuidade do atendimento técnico e político sem uma fase longa de transição.

Como Eliézer Lima já integrava a estrutura da secretaria, a tendência é de manutenção dos processos em andamento e de menor risco de paralisação interna.

Para a economia local, a leitura é mais ampla. Gramado tenta combinar vocação turística com fortalecimento de cadeias produtivas ligadas ao campo.

Isso aparece em iniciativas públicas recentes e no discurso de valorização da produção regional, inclusive em vitrines de empreendedorismo local, como a feira Feito em Gramado, realizada entre 30 de abril e 17 de maio de 2026.

Quando a agricultura funciona, a cidade ganha em abastecimento, identidade econômica e diversificação de renda, reduzindo parte da dependência exclusiva do fluxo turístico.

  • Menos transição tende a acelerar decisões administrativas.
  • Estradas rurais seguem no centro das prioridades.
  • Agroindústrias devem continuar recebendo atenção.
  • Integração entre campo e turismo permanece como eixo político.

Próximos passos da nova gestão na pasta

O desafio imediato será transformar o discurso de proximidade em entregas perceptíveis para o interior de Gramado nas próximas semanas.

Isso inclui acompanhar obras, mapear demandas represadas e consolidar uma rotina de diálogo com agricultores e entidades representativas.

Outra tarefa será mostrar resultados em inovação, tema citado pelo novo secretário como parte do plano de trabalho para o setor.

Se conseguir combinar continuidade administrativa com respostas rápidas, Eliézer Lima pode dar estabilidade à pasta num momento em que Gramado busca eficiência e reconstrução.

Para Nestor Tissot, a troca funciona como ajuste de gestão com foco em execução. Para os produtores, o teste real começará agora, no dia a dia do interior.

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